A Ilha Sentinela do Norte está entre Andaman e Nicobar, que é um grupo de 572 ilhas no Golfo de Bengala, localizado entre Mianmar e a Indonésia. Estas ilhas são formalmente uma parte da República da Índia, a fim de preservar a cultura distinta dessas terras.



A Ilha Sentinela do Norte é o lar dos Sentinelas, uma pequena tribo que é conhecida por energicamente resistir às tentativas de contato por pessoas de fora e tem habitado a ilha há milhares de anos. A ilha é completamente intocada pela civilização moderna e seus habitantes matam todos os estrangeiros que tentam chegar muito perto de suas terras. Ninguém jamais visitou essa ilha e saiu vivo. Eles atacam pescadores, jornalistas, antropólogos e representantes do governo com suas lanças e flechas.



Eles são os descendentes diretos das primeiras populações humanas que surgiram na África, e provavelmente vivem nas Ilhas Andaman há pelo menos 60.000 anos. Possivelmente nenhum outro povo neste planeta é tão isolado como os Sentinelas. Os seus números presentes são estimados entre 50 e 400 indivíduos. A ilha de 72 quilômetros quadrados é aproximadamente do tamanho de Manhattan e é de baixa altitude, muito arborizada e protegida por uma barreira de recifes de coral.

O fato de que sua linguagem é tão diferente até mesmo de outros ilhéus de Andaman sugere que eles tiveram pouco ou nenhum contato com as outras pessoas por milhares de anos. Os Sentinelas mantém uma sociedade essencialmente caçadora-coletora, obtendo a sua subsistência através da caça, pesca e coleta de plantas silvestres; não há nenhuma evidência de quaisquer práticas agrícolas.

Os Sentinelas até mesmo sobreviveram ao tsunami do Oceano Índico de 2004, o mais mortífero registrado na história, com poucas ou nenhumas vítimas. Estimativas sugerem que o tsunami matou mais de 230.000 pessoas nos países vizinhos, mas parece que os Sentinelas foram capazes de sentir a vinda do tsunami e fugir para áreas mais altas antes que a onde chegasse. Quando um helicóptero da Marinha indiana chegou três dias depois do evento para verificar a situação da ilha e soltar pacotes de comida na praia, um guerreiro Sentinela saiu da selva e avisou com um arco e flecha para o helicóptero sair, um sinal claro de que a tribo não queria a ajuda de pessoas de fora.


Hoje qualquer pessoa com um computador e acesso à Internet pode usar o Google Earth para espionar lugares que não são destinados a serem vistos por pessoas de fora. Mas quando você olha para a Ilha Sentinela do Norte na Baía de Bengala, tudo o que você pode ver é o naufrágio do Primrose, que ainda está preso no recife. Você não pode ver a tribo, suas habitações, ou qualquer outra coisa que possa lançar luz sobre quantas pessoas há na ilha, ou como elas vivem lá. A densa floresta que cobre cada metro quadrado da ilha, exceto as praias, esconde tudo. [Fontes: 1,2,3,4,5]

 "Leo Pinheiro" 
Nem a Veja parece acreditar na capa que ela deu sobre a iminente delação premiada do presidente da OAS Leo Pinheiro com ‘revelações devastadoras’ sobre Lula.

No site da revista, com extrema discrição que contrasta com o estardalhaço da capa, aparece um artigo com uma frase definitiva sobre o assunto. “Se negociaram a delação do Léo sem eu saber, abandono a defesa dele, porque sou radicalmente contra isso”, afirmou o advogado de Pinheiro, Edward Carvalho.

Desnecessário dizer, Carvalho simplesmente não foi ouvido pela revista na elaboração da já infame capa. Via: DCM
O blog Saboeiro Existe chama atenção do Ministério Público para um fato grave! Saboeiro está sem matadouro público desde janeiro de 2014!

Foto tirada no dia de 23 de julho de 2015 (quinta feira)

Vejam o conteúdo de uma publicação do site do Ministério Público do Estado, datada de 15 de janeiro de 2014:

"O Ministério Público do Estado do Ceará ajuizou uma ação civil pública contra a Prefeitura de Saboeiro para pedir que a Justiça determine a imediata interdição do matadouro público do Município. Além disso, o MP pede a reforma do estabelecimento ou a construção de um novo matadouro, devidamente legalizado, em um prazo de 90 dias. A ação foi ajuizada na última segunda-feira (13) pelo promotor de Justiça Aureliano Rebouças Júnior.
                      
De acordo com o MP, a situação do matadouro tem sido motivo de constante preocupação por parte da população de Saboeiro, pois o local não atende aos requisitos mínimos de regras sanitárias e ambientais. “Estamos diante de uma nítida afronta ao preceito constitucional do meio ambiente ecologicamente equilibrado e de um notório perigo à saúde pública”, afirma o promotor.

Anteriormente ele já havia instaurado um procedimento administrativo no intuito de verificar as condições de higiene do estabelecimento. Uma vistoria feita pelo Núcleo de Apoio Técnico (NAT) do MP identificou diversas irregularidades, tais como: ausência de sistema de tratamento de efluentes e de um depósito de couros na área de abate; realização da esfola dos animais sendo feita no chão; abate realizado com machado, método considerado cruel; e ausência de licença ambiental. Como resultado da inspeção realizada, o Ministério Público conclui que as condições de operação do matadouro podem comprometer a qualidade das carnes e a saúde da população consumidora. 

Na ação, o promotor de Justiça pede ainda uma fiscalização maciça por parte do poder municipal de saúde para impedir abates clandestinos. Ele sugere a aplicação de multa diária de R$ 10 mil a ser paga pelo prefeito municipal em caso de descumprimento das decisões judiciais e solicita também que outros órgãos (Governo do Estado, Tribunal de Contas dos Municípios, Conselho Regional de Veterinária, Superintendência Estadual do Meio Ambiente e Vigilâncias Sanitárias do Estado e do Município) sejam oficiados para fiscalizar, cada um de acordo com suas atribuições, o cumprimento por parte da Prefeitura das determinações legais a serem feitas. "


Soltando o Verbo:

Fundos do antigo matadouro na data de 23 de julho de 2015


O fato é que a Prefeitura Municipal de Saboeiro tinha apenas 90 dias para entregar á população de Saboeiro um matadouro, fosse o que está ruínas reformado ou um novo, mas o prefeito Municipal desobedeceu a determinação do MP, e está de olhos fechados para a situação há um ano e meio. É muito tempo, não acham?

Seria pelo fato do prefeito mal andar em Saboeiro e não comer a carne de moita que vem sendo abatida para a população, sem qualquer controle de Vigilância Sanitária? Nem todo mundo da cidade pode comer carne da "Friboi", ou será que o ilustre prefeito não sabe disso? Claro que sabemos que alguns abates, especialmente de boi, tá sendo feito no município de Antonina do Norte, mas também tem muita carne sendo vendida abatida irregularmente, especialmente carne suína, bovina e caprina! É só qualquer um dar uma voltinha no Rio Jaguaribe, pelos lados do Poço do Serrote em finais de tarde que vão comprovar isso!

Lateral do prédio em ruínas na data de 23 de julho de 2015



Até entendo e acredito que os marchantes não devem ser penalizados, afinal, é responsabilidade da Prefeitura Municipal providenciar um local adequado para o abate.

O matadouro público de Saboeiro, ou o que sobrou dele, já é uma vergonha por si só até na localização, quase em frente ao lixão da cidade! Não tinha água encanada e dependia de abastecimento com carros-pipa, e as irregularidades, denunciadas anteriormente aqui no Blog saboeiro Existe  contribuíram para a decisão do MP na época. 


Mas a população de Saboeiro quer uma reposta, da Prefeitura Municipal e do MP. É imprescindível que o povo tenha acesso a uma carne de qualidade, como requisito básico de saúde. Não podemos mais ficar de olhos fechados para o problema!

A presidente Dilma Rousseff montou uma "tropa de choque de advogados" para se defender das investidas do PSDB no Tribunal Superior Eleitoral. O partido de Aécio Neves, derrotado na disputa presidencial de 2014, quer reverter os resultados das urnas alegando que a campanha de Dilma tem, outros outros pontos questionáveis, dinheiro desviado da Petrobras.

Segundo a coluna Painel (Folha) desta terça-feira (21), a equipe de Dilma não só vai trabalhar na defesa que será apresentada ao TSE como também deve passar o pente fino nas contas de Aécio, em busca de irregularidades que possam fazer o PSDB recuar.

O tucanato está apegado ao depoimento de Ricardo Pessoa, da UTC, que disse ter sido pressionado a doar R$ 7,5 milhões para a reeleição de Dilma, ou teria seus negócios com a Petrobras prejudicados. A presidente alega que a doação foi registrada e aprovada pelo TSE, e lembra que o PSDB também recebeu doações do grupo UTC.

"Com a ofensiva do PSDB pela anulação das eleições nacionais do ano passado, Dilma Rousseff instituiu uma tropa de choque de advogados para defender a chapa presidencial formada por ela e pelo vice Michel Temer. (...) A banca será liderada por Flávio Caetano, coordenador jurídico da campanha de 2014. Ele deixou o Ministério da Justiça nesta segunda-feira para atuar exclusivamente no caso."



Visto com bons olhos pela oposição por ter preparado um relatório em que aponta irregularidades nas contas do governo em 2014, o ministro Augusto Nardes, do Tribunal de Contas da União (TCU), teve o nome envolvido em denúncias de propina em obras públicas em documentos apreendidos com executivos da Camargo Corrêa; ele seria alvo de investigação específica caso a Operação Castelo de Areia não tivesse sido anulada pelo STF; em um dos documentos, é citado um "compromisso" de 500 mil reais de Nardes com o ex-diretor do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes, Luiz Antonio Pagot, e com o PP, o partido do ministro

247 - Autor de um relatório em que aponta irregularidades nas contas do governo federal em 2014, inclusive as chamadas 'pedaladas fiscais', e por isso visto com bons olhos pela oposição, o ministro Augusto Nardes, do Tribunal de Contas da União (TCU), teve o nome envolvido em denúncias de propina em obras públicas em documentos apreendidos com executivos da Camargo Corrêa. Vale ressaltar que o deputado Silvio Costa (PSC-PE) falou sobre o envolvimento de ministro do TCU na Operação Lava Jato, confira o vídeo aqui.

De acordo com reportagem da revista Carta Capital, em um dos documentos, é citado um "compromisso" de 500 mil reais de Nardes com o ex-diretor do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes, Luiz Antonio Pagot, e com o PP, o partido do ministro. Ele seria alvo de investigação específica caso a Operação Castelo de Areia não tivesse sido anulada pelo Supremo Tribunal Federal (STF), por decisão do ministro Luís Roberto Barroso.

O caso do cartel das empreiteiras que prestam serviços à Petrobras, investigado pela Polícia Federal na Operação Lava Jato, envolveu recentemente o nome do presidente do tribunal, Aroldo Cedraz, tornando ainda mais fragilizada a credibilidade da instituição que investiga Dilma. Em delação premiada, o empresário Ricardo Pessoa, do TCU, revelou à Justiça que pagava R$ 50 mil por mês ao advogado Tiago Cedraz, filho do ministro, para obter informações privilegiadas que dissessem respeito à sua empresa. Via Brasil 247
Outro dia, postei um vídeo do senador Telmário Mota, do PDT de Roraima, dizendo com todas as letras que José Serra é, sem meias palavras, “um traidor do Brasil”..

Dep. Silvio Costa (PSC-PE)
Hoje, posto o do deputado pernambucano Sílvio Costa, do PSC, que reduz os tucanos a pó de mico, impiedosa e irrespondivelmente.

Está “bombando” no Facebook.

Sinal de que é preciso que alguém diga algumas verdades para essa  gente da direita.

Estranhamente, porém, não são pronunciamentos de petistas, embora eu saiba que alguns poucos têm falado mais abertamente.

O PT anda meio na base do “Vossa Excelência” – sempre lembro daquela história do “clube amável da política”, onde se fica de “vossa excelência pra cá, vossa excelência para lá” enquanto as agruras populares se avolumam.

Parece que cada petista ali se tornou um “ente autônomo”, detentor de per si dos votos que recebeu, cuidando se sua carreira, infinita, sofrendo de uma “mandatite” incurável, que lhe torna inaceitável a ideia de que, perdendo o projeto progressista, perderá ele também.

Mas que bom que existe quem pote o pescoço no fio da faca.

Que aceite o enfrentamento, sem o que o resultado é a derrota, como se diz em futebol, por WO.

Orgulhoso, altivo, decente, Costa mostrou isso, como não mostram muitos quando o governo Dilma e Lula são atacados pelos seus méritos, transformados em espertezas e expedientes espúrios.

Confira o vídeo abaixo.

Esse deputado ganhou a admiração do Blog Junior Pentecoste,
por sua maneira realista, franca e corajosa de falar.
Expressou a linguagem e a linha do Blog 
 "Democracia e Verdade Doa a Quem Doer"
Via Tijolaço
O texto básico da lei eleitoral aprovada nesta quinta (9) pela Câmara, sob o comando de Eduardo Cunha (PMDB), peca em alguns aspectos, avalia a colunista do 247, Tereza Cruvinel; "Quando o projeto fixa o limite de gastos das campanhas de deputados em 70% do custo da campanha mais cara havida na eleição passada, isso nivela os gastos por cima. A campanha mais cara em 2014 foi a de uma deputada do Piauí, que custou R$ 7 milhões. Então, em 2018 cada candidato a deputado poderá gastar até R$ 4,9 milhões. Isso é um absurdo!", pontua ela, que ainda critica a limitação do tempo de campanha; "A campanha como um todo será reduzida de 90 dias para 60 dias Isso reduz custos mas ajuda a despolitizar o eleitorado", pondera; Cruvinel também avalia que proibição de recursos audiovisuais e gravações externas empobrecerão os programas, "afastando o telespectador-eleitor".

Por Tereza Cruvinel - Rodrigo Maia foi um esforçado relator da lei eleitoral aprovada hoje pela Câmara, a chamada legislação infra-constitucional. Ouviu seus pares, tentou aproximar-se da média do pensamento da Câmara. Mas a votação comandada pelo presidente da Câmara, Eduardo Cunha, podia ter esperado pela conclusão da aprovação em segundo turno da emenda que constitucionaliza o financiamento privado de campanhas. Ainda há um destaque do PC do B suprimindo esta forma de financiamento, com poucas chances de ser aprovado, é verdade, mas terá que ser votado.

O texto básico já aprovado, entretanto, peca em alguns aspectos. A ver.

1. Limite de gastos – Quando o projeto fixa o limite de gastos das campanhas de deputados em 70% do custo da campanha mais cara havida na eleição passada, isso nivela os gastos por cima. A campanha mais cara em 2014 foi a de uma deputada do Piauí, que custou R$ 7 milhões. Então, em 2018 cada candidato a deputado poderá gastar até R$ 4,9 milhões. Isso é um absurdo! É estimular o encarecimento das campanhas, a busca desenfreada por doações e tudo que disso deriva. É excluir da disputa os mais pobres e os que não têm o apoio de empresas ou de corporações, como sindicatos e associações de classe.

2. Limitação do tempo de campanha no rádio e na televisão. A Abert e as empresas de radiodifusão privada agradecem. Estavam no salão verde fazendo lobby e ganharam. A campanha eletrônica será reduzia de 45 dias para 35 dias. A campanha como um todo também é reduzia de 90 dias para 60 dias Isso reduz custos mas ajuda a despolitizar o eleitorado. Discute-se menos a campanha, as propostas, as candidatura, o futuro. Em campanhas vapt-vupt, ganham os mais abonados.

3. Formato dos programas – Ficam proibidos os recursos audiovisuais (infográfico e animações, por exemplo) e gravações externas. Isso também empobrece os programas, afastando o telespectador-eleitor. Programas mais baratos, porém mais pobres, menos interessantes, menos pedagógicos. Não seria possível reduzir custos de outra forma?

Há outros pontos, como estes discutíveis. Mas todos eles são objeto de destaques que ainda serão votados na próxima semana.



Deputados de 14 partidos, entre os quais o PT, protocolaram nesta quinta-feira (9) mandado de segurança no Supremo Tribunal Federal (STF) pedindo que seja anulada a votação da proposta de emenda à Constituição que reduz de 18 para 16 anos a maioridade penal nos caso de crimes contra a vida.

O mandado de segurança foi assinado por 102 deputados de 14 partidos: PMDB, PSB, PDT, PT, PC do B, PPS, PROS, PSOL, PSDB, PV, DEM, PR, PSC e PTC.

A ação questiona a votação, com intervalo de apenas 24 horas, de dois textos semelhantes sobre maioridade. Na madrugada do dia 2 de julho, a Câmara aprovou uma emenda apresentada algumas horas antes que prevê a responsabilização criminal de jovens com 16 anos ou mais que cometerem homicídio doloso (quando há a intenção de matar), lesão corporal seguida de morte e crimes hediondos, como estupro.

A aprovação ocorreu um dia depois de o plenário derrotar uma proposta parecida, que também reduzia a maioridade penal para crimes graves. A diferença é que o texto aprovado exclui da redução da maioridade os delitos de roubo qualificado e tráfico de drogas.

Na ação protocolada no Supremo, os parlamentares citam o parágrafo 5º do artigo 60 da Constituição Federal, segundo o qual “matéria constante de proposta de emenda rejeitada ou havida por prejudicada não pode ser objeto de nova proposta na mesma sessão legislativa”.

“Não há dúvidas de que a emenda aglutinativa tratou da mesma matéria já rejeitada quando da votação do substitutivo. O tema em discussão era e continuou a ser redução do limiar etário de responsabilização penal. […] A mera recombinação de tipos penais não parece suficiente para caracterizar matéria nova. O cerne da questão era e continuou a ser a redução da idade mínima da responsabilização”, alegaram os parlamentares no mandado de segurança.

Os deputados alegam ainda que a votação da emenda ocorreu “no susto”, sem respeito ao debate. “Com uma pressa inexplicável em projeto que tramita há 22 anos e tão polarizado, a Mesa Diretora resolveu colocar em votação a ‘novidade’ poucas horas após a sua apresentação e sem nem abrir uma janela formal de debates”, diz a peça jurídica.

Críticas
Deputados de diversos partidos signatários do documento criticaram a atuação do presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), no comando das votações.

“Nosso mandado de segurança mostra que o presidente violou a Constituição e o regimento interno, levando a voto uma matéria que já tinha sido apreciada. Isso tudo travestido, disfarçado de emenda aglutinativa. Nosso pedido ao Supremo é para que o Supremo anule a votação e determine que a nova apreciação da matéria só possa se dar no ano que vem”, disse o deputado Alessandro Molon (PT-RJ), um dos principais articuladores do mandado de segurança.

O líder do PSOL, Chico Alencar (RJ), também reclamou da situação. “Tivemos que recorrer a outro poder para garantir a atuação do Poder Legislativo, porque o presidente tem agido com um autoritarismo violento, imperial”, disse. “Os obscurantistas e os autoritários não passarão”, completou.

A deputada Luiza Erundina (PSB-SP) classificou de “impossível” e “inadmissível” a manobra de Cunha para aprovar a redução da maioridade. “Depois de 25 anos da redemocratização, a gente ainda se submete a práticas antidemocráticas como está ocorrendo, reiteradamente, nesta Casa”, afirmou.

O deputado Marcelo Castro (PMDB-PI), que recentemente trocou farpas públicas com Cunha ao ser destituído do posto de relator da reforma política por ter feito um parecer que o desagradou, fez novos ataques ao presidente da Casa.

“A nossa Constituição é clara ao estabelecer que nenhuma matéria rejeitada poderá ser reapresentada no mesmo ano legislativo. O presidente tem agido de forma autoritária, arbitrária e ninguém pode estar acima da lei”, declarou.

Por: Nathalia Passarinho e Fernanda Calgaro
FONTE: G1
Via: Molon 

Em reunião com a bancada no PT na Câmara, nesta terça-feira (7), o ministro do Planejamento, Nelson Barbosa, disse que todas as operações financeiras feitas pelo governo estão dentro da lei. “São operações que foram objeto de aprovação pelo próprio Tribunal de Contas da União (TCU) em exercícios anteriores; são operações que tem por objetivo adaptar a política fiscal para uma melhor evolução da economia”, disse Barbosa.

Agência Senado
Barbosa, ministro do Planejamento e equipe do governo
vão apresentar defesa ao TCU até o dia 17 de julho
Barbosa, ministro do Planejamento, e equipe do governo vai apresentar defesa ao TCU até o dia 17 de julho. Barbosa, ministro do Planejamento, e equipe do governo vai apresentar defesa ao TCU até o dia 17 de julho O governo tem até o dia 22 de julho para apresentar a defesa aos pontos questionados pelo TCU, responsável pela análise das contas do Executivo. No último dia 17, o tribunal adiou por 30 dias o julgamento das contas de 2014 do governo federal.

Nesta segunda-feira (6), a presidenta Dilma Rousseff reuniu-se com ministros, presidentes e líderes de partidos da base aliada no Congresso Nacional para apresentar as justificativas. Nesta terça, Nelson Barbosa e o advogado-geral da União, Luís Adams, assumiram a missão de repassar as explicações aos parlamentares do partido.

Segundo Barbosa, a questão é complexa e técnica “apesar de parecer bastante política”. O TCU elencou 13 perguntas. “É um tema complexo que exige explicação detalhada para que as pessoas possam entender melhor o que cada ponto inclui. É um trabalho para melhorar a informação e transmitir a posição do governo”, disse.

O advogado-geral da União explicou que o parecer do TCU será analisado pelo Congresso Nacional e por isto houve a conversa com a bancada do partido. Ele disse não ver posicionamento político do tribunal pelos questionamentos feitos às contas do governo. “[O TCU] Está agindo de acordo com o julgamento. Agora, o tribunal compreendeu que é necessário ter um contraditório”, avaliou.

Luís Adams disse que os questionamentos foram entendidos como regulares no passado e garantiu que as explicações serão enviadas no prazo definido pelo tribunal. “Não vemos necessidade de pedir mais tempo. Os elementos que nós temos estão sendo colecionados; estão bem sistematizados. Todas as áreas do governo envolvidas estão trabalhando com dedicação”, afirmou. 

Fonte: Agência Brasil
Via: Vermelho

Em manifesto, militantes de movimentos populares, sindicais, pastorais e partidos políticos reagem ao golpismo da oposição contra a presidente Dilma Rousseff: “consideramos inaceitável e nos insurgimos contra as reiteradas tentativas de setores da oposição e do oligopólio da mídia, que buscam criar, através de procedimentos ilegais, pretextos artificiais para a interrupção da legalidade democrática”, diz trecho do texto; grupo também denuncia ‘justiceiros’ do Judiciário, em referência à condução da Lava Jato pelo juiz Sérgio Moro e pela força-tarefa do MP; de acordo com o manifesto, eles querem "substituir o papel dos outros poderes, assumir papel de Polícia e desrespeitar a Constituição"


Brasil 247 - Em manifesto, militantes de movimentos populares, sindicais, pastorais e partidos políticos reagem ao golpismo da oposição contra a presidente Dilma Rousseff. O grupo também denuncia ‘justiceiros’ do Judiciário, em referência à condução da Lava Jato pelo juiz Sérgio Moro e pela força-tarefa do MP. 

Leia: 

Nós, militantes de movimentos populares, sindicais, pastorais e partidos políticos, manifestamos o que segue:

1. Não aceitaremos a quebra da legalidade democrática, sob que pretexto for.

2. O povo brasileiro foi as urnas e escolheu, para um mandato de quatro anos, a presidenta da República, 27 governadores de estado, os deputados e deputadas que compõem a Câmara dos Deputados e as Assembleias Legislativas, assim como elegeu para um mandato de 8 anos 1/3 do Senado Federal. Os inconformados com o resultado das eleições ou com as ações dos mandatos recém-nomeados têm todo o direito de fazer oposição, manifestar-se e lançar mão de todos os recursos previstos em lei. Mas consideramos inaceitável e nos insurgimos contra as reiteradas tentativas de setores da oposição e do oligopólio da mídia, que buscam criar, através de procedimentos ilegais, pretextos artificiais para a interrupção da legalidade democrática.

3. O povo brasileiro escolheu, em 1993, manter o presidencialismo. Desde então, a relação entre o presidente da República e o Congresso Nacional já passou por diversas fases. Mas nunca se viu o que se está vendo agora: a tentativa, por parte do presidente da Câmara dos Deputados, às vezes em conluio com o presidente do Senado, de usurpar os poderes presidenciais e impor, ao país, uma pauta conservadora que não foi a vitoriosa nas eleições de 2014. Contra esta coalizão eventual que no momento prevalece no Congresso Nacional – disposta a aprovar uma reforma política conservadora, a redução da maioridade penal, a violação da CLT via aprovação do PL 4330, a alteração na Lei da Partilha, dentre tantas outras medidas – convocamos o povo brasileiro a manifestar-se, a pressionar os legisladores, para que respeitem os direitos das verdadeiras maiorias, a democracia, os direitos sociais, os direitos dos trabalhadores e trabalhadoras, os direitos humanos, os direitos das mulheres, da juventude, dos negros e negras, dos LGBTT, dos povos indígenas, das comunidades quilombolas, o direito ao bem-estar, ao desenvolvimento e à soberania nacional.

4. A Constituição Brasileira de 1988 estabelece a separação e o equilíbrio entre os poderes. Os poderes Executivo e Legislativo são submetidos regularmente ao crivo popular. Mas só recentemente o poder Judiciário começou a experimentar formas ainda muito tímidas de supervisão, e basicamente pelos seus próprios integrantes. E esta supervisão vem demonstrando o que todos sabíamos desde há muito: a corrupção, o nepotismo, a arbitrariedade e os altos salários são pragas que também afetam o Poder Judiciário, assim como o Ministério Público. O mais grave, contudo, é a disposição que setores do Judiciário e do Ministério Público vem crescentemente demonstrando, de querer substituir o papel dos outros poderes, assumir papel de Polícia e desrespeitar a Constituição. Convocamos todos os setores democráticos a reafirmar as liberdades constitucionais básicas, entre as quais a de que ninguém será considerado culpado sem devido julgamento: justiça sim, justiceiros não!

5. A Constituição Brasileira de 1988 proíbe o monopólio na Comunicação. Apesar disto, os meios de comunicação no Brasil são controlados por um oligopólio. Contra este pequeno número de empresas de natureza familiar, que corrompe e distorce cotidianamente a verdade, a serviço dos seus interesses políticos e empresariais, chamamos os setores democráticos e populares a lutar em defesa da Lei da Mídia Democrática, que garanta a verdadeira liberdade de expressão, de comunicação e de imprensa.

6. Um consórcio entre forças políticas conservadoras, o oligopólio da mídia, setores do judiciário e da Polícia trabalham para quebrar a legalidade democrática. Aproveitam-se para isto de erros cometidos por setores democráticos e populares, entre os quais aqueles cometidos pelo governo federal. Os que assinam este Manifesto não confundem as coisas: estamos na linha de frente da luta por mudanças profundas no país, por outra política econômica, contra o ajuste fiscal e contra a corrupção. E por isto mesmo não aceitaremos nenhuma quebra da legalidade.

7. Concluímos manifestando nossa total solidariedade à luta do povo grego por soberania, democracia e bem-estar, contra as imposições do capital financeiro transnacional.

Em defesa dos direitos dos trabalhadores e das trabalhadoras!

Em defesa dos direitos sociais do povo brasileiro!

Em defesa da democracia!

Em defesa da soberania nacional!

Em defesa das reformas estruturais e populares!

Em defesa da integração latino-americana!

Brasil, 1 de julho de 2015

Entidades

ARPUB (Associação das Rádios Públicas do Brasil)

Associação Bujaruense dos Agricultores e Agricultoras

Central das Associações Comunitária de Ocupantes e Assentados do Semi-árido Baiano – BOASB – BA

Central de Movimentos Populares

Central dos Trabalhadores e das Trabalhadoras do Brasil

Centro de Direitos Humanos de Cascavel / PR

Coletivo de Movimentos Populares de Minas Gerais – Quem Luta Educa

Comissão Pastoral da Terra- CPT

CONEN – Coordenação Nacional de Entidades Negras

CONFETAM/CUT (Confederação dos Trabalhadores no Serviço Público Municipal)

Consulta Popular

FNDC (Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação)

Fórum Brasileiro de Economia Solidária (FBES)

FUP (Federação Única dos Petroleiros)

Levante Popular da Juventude.

Marcha Mundial de Mulheres

Movimento Camponês Popular

Movimento Cultural de Olho na Justiça – Mojus

Movimento dos Atingidos por Barragens – MAB

Movimento dos Pequenos Agricultores – MPA

Movimento dos Pequenos Agricultores MPA

Movimento dos Trabalhadores e Trabalhadoras do campo – MTC BRASIL

Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra – MST

Movimento Nacional pela Soberania Popular Frente à Mineração (MAM)

Observatório da Mulher

Pastorais Sociais de Santarém – Pará

Pastoral da Juventude Rural

Refundação Comunista – DF

Sindicatos de Assalariados Rurais de Minas Gerais

Parlamentares

Ana Lúcia (deputada estadual PT/SE)

Deodato Ramalho (vereador PT Fortaleza)

Dionilso Marcon (deputado federal PT RS)

Durval Ângelo (deputado Estadual PT-MG)

Edegar Pretto (deputado estadual PT-RS)

João Daniel (deputado federal PT-SE)

Paulo Teixeira (deputado federal, PT-SP)

Rogério Correia (deputado estadual PT-MG)

Ulysses Gomes (deputado estadual PT-MG)

Valmir Assunção (deputado federal PT-BA)

Vicentinho (deputado federal PT-SP)

Assinaturas individuais

Alessandra Silva de Sousa (Servidora Pública)

Ana Corbisier (socióloga)

Ana Maria Naccache (publicitária)

Ana Rita Esgario (ex-senadora PT/ES)

André Lepikson (servidor federal)

Angela Mendes (Comitê Chico Mendes – AC)

Anivaldo Padilha (Metodista, CPMVJ)

Antônio Vélez (militante PT/AM)

Ary Vanazzi (presidente do PT Rio Grande do Sul)

Beatriz Cerqueira (presidenta da CUT Minas e coordenadora do Sind-UTE MG)

Breno Altman (jornalista)

Bruno Elias (executiva nacional do PT)

Catiane Cinelli (Movimento de Mulheres Camponesas)

Cida de Jesus (Presidente Estadual do PT-MG)

Clóvis Francisco do Nascimento Filho (Fisenge)

Conceição Oliveira (blogueira)

Dermeval Saviani (Professor Emérito da UNICAMP e Pesquisador Emérito do CNPq)

Dóris de Arruda C. da Cunha (UFPE/UNICAP)

Eunice Cheguevara (ONG Moradia e Cidadania MA)

Fabio Konder Comparato (professor)

Fátima Freire (militante do PT Campinas)

Flávio Jorge (Conen)

Fr. Luiz Carlos Susin (Secretário Geral do Fórum Mundial de Teologia e Libertação)

Heloísa Fernandes (socióloga, professora da USP e da Escola Nacional Florestan Fernandes)

Iriny Lopes (ex-deputada federal ex-ministra chefe da SPM e militante DH)

Israel Fonseca Neto (petroleiro)

Jandyra Uehara (executiva nacional da CUT)

João Antônio de Moraes (Federação Única dos Petroleiros, CUT)

João Pedro Stédile (militante do MST e Via Campesina)

José Maria Rangel (Coordenador da FUP)

Kenarik Boujikian (cofundadora da Associação Juízes para a Democracia)

Laryssa Sampaio (Levante Popular da Juventude)

Laura Tavares (professora)

Leda Regis (bióloga)

Leonardo Weber (servidor público estadual – PB)

Luis Sabanay (Pastor Presbiteriano)

Luiza Helena da Silva Christov (Instituto de Artes da Unesp)

Marcos Aurelio Werneck (aposentado)

Marcos Vinicius Lorenzoni Domingues (Petrofisico Internacional residente em Milão Itália)

Marcus Nascimento (roteirista)

Maria Cecilia Barbosa de Oliveira (Taboão da Serra – São Paulo)

Maria Cristina Biani (economista)

Maria de Lourdes Rocha (Professora São Paulo/SP)

Maria Inês Amarante (professora universitária – UNILA)

Mário Augusto Jakobskind (jornalista)

Michael Nienow (designer)

Miguel do Rosário (Blogueiro – O Cafezinho)

Miriam Amorim Coelho (professora aposentada)

Moab Acioli (professor da Unicap e da Universidade de Pernambuco)

Nilmario Miranda (Secretário de Governo de Direitos Humanos e Promoção da Cidadania em Minas Gerais)

Olímpio Alves dos Santos (Senge-RJ)

Orlando Guilhon (FNDC)

Pedro Brendo Félix (militante do PT/RN)

Pedro C. P. Veloso dos Anjos (produtor de cinema)

Rachel Moreno (Observatório da Mulher)

Raimundo Bonfim (coordenador geral da Central de Movimentos Populares-SP)

Regina Cruz (Presidenta do Diretório do PCdoB de Mundo Novo, BA)

Rejane Galvão Coutinho (professora universitária Unesp)

Ricardo Gebrim (Consulta Popular)

Rita Maria Diniz Zozzoli (UFAL)

Roberto Amaral

Rodrigo Vianna (jornalista)

Rogério Carvalho (presidente do PT/SE)

Rosa Maria Feijó (servidora pública aposentada)

Sandra Alves (Movimento Camponês Popular)

Sandra Valongueiro (pesquisadora da UFPE)

Shakespeare Martins (Direção Nacional da CUT)

Sheila Grecco (empresária, historiadora e jornalista)

Silvia Silveira (Professora Aposentada)

Silvia Souza (Publicitária)

Sonia Sampaio (ex-dirigente da APEOESP/ professora aposentada-SP)

Soraya Zanforlin (servidora pública)

Tarso Genro (militante do PT)

Ualid Rabah (militante do Movimento Nacional Palestino no Brasil e diretor de Relações Institucionais da FEPAL – Federação Árabe Palestina do Brasil)

Vagner Freitas de Moraes (Presidente Nacional da CUT)

Valter Pomar (militante do PT)

Vera Delerue (economista aposentada)

Vladimir Sacchetta (jornalista/pesquisador SP)

Abdon Franklin de Meiroz Grilo (servidor público aposentado)

Adilson Nascimento dos Santos (militante do PT)

Adolfo Pinheiro (MAV-PTSP)

Adriana Gilioli Citino (professora)

Adriana O. Magalhães (direção CUT SP)

Adriano (dirigente Nacional do MTC-Brasil)

Adriano de Oliveira (Diretório Nacional do PT)

Adriano Sabino Barbosa (presidente PT de Santa Rita de Caldas MG)

Albineiar Plaza Pinto (Grupo Feminista Autônomo OFICINA MULHER /Forum Goiano de Mulheres-FGM / Articulação de Mulheres Brasileiras-AMB)

Alessandro Bandeira Duarte (Professor de Filosofia da UFRRJ)

Alexandre Neto (músico)

Alexandre Pilati (Prof. Universidade de Brasília)

Alexandrina Luz Conceição (Professora do Programa de Pós Graduação da UFS)

Allan Rodrigo Alcantara (Coordenação do Setorial Nacional Comunitário do PT)

Alvaro Marinho (Designer e artista visual)

Álvaro Valério Batista de Pádua (membro da Executiva do PMDB da cidade de Trindade, GO)

Amarílio José Dantas

Ana Corbisier (socióloga)

Ana Laura dos Reis Corrêa (professora Universidade de Brasília)

Ana Rita Esgario (ex-senadora PT/ES)

Anderson Amaro (Direção Nacional – MPA)

Anderson Dalecio (militante do PT)

André Assuero Abreu de Oliveira (Funcionário Público da Companhia de Água e Esgoto do Ceará)

André de Souza Vieira (servidor do Poder Judiciário do Paraná)

Andrea Maria Altino de Campos Loparic (professora)

Anekesia Oliveira (militante do movimento feminista e da direção do PT/Mossoró)

Angela Mendes (Comitê Chico Mendes – AC)

Angelita de Toledo (Secretária Estadual de Formação Política do PT-SC)

Anivaldo Padilha (Metodista, CPMVJ)

Anna Maria Nigro (Renovação Cristã do Brasil –MIAMSI)

Antonia Neide Costa Santana (professora da Universidade Estadual Vale do Acaraú/UVA, Sobral-CE)

Antonio Clarete Benjamin (professor)

Antonio Claudio Cerqueira (funcionário público)

Antônio Fernando Silva Souza (professor do Ensino Médio)

Antonio Marcelo de Sales Silva (empresário)

Antonio Pinheiro Neto (embaixador e professor)

Apio Vinagre Nascimento (advogado)

Arlete Moysés Rodrigues (professora UNICAMP)

Ary Vanazzi (presidente do PT Rio Grande do Sul)

Augusto Pinto (ator e diretor teatral)

Beatriz Cerqueira (presidenta da CUT Minas e coordenadora do Sind-UTE MG)

Beatriz Costa (educadora)

Beto Bertagna (cineasta e blogueiro)

Brena Oliveira Pinto (Executiva Estadual PT/Bahia)

Breno Altman (jornalista)

Bruna Brezolim (Secretária de Cultura da Executiva Nacional da JPT)

Bruno Cenci Martinotto (militante do PT)

Bruno Costa (dirigente JPT RN)

Carlos Antonio Coutrim Caridade (militante do PT)

Carlos Teodosio (Instituto AMA – Anatália de Melo Alves)

Carmen Garcia (professora UCAM – RJ)

Carmen Lucia de Medeiros

Carmen Lúcia Nader Simões (militante PT)

Catiane Cinelli (Movimento de Mulheres Camponesas)

Celia Eyer de Araujo (Professora universitária)

Charles Reginatto (Coordenação Nacional do MPA)

Cibele Izidorio Fogaça Vieira (Sindipetro-SP/CNRQ)

Cida de Jesus (Presidente Estadual do PT-MG)

Cirio Vandresen (Secretário Estadual de Movimento Populares PT-SC)

Claudia Corbisier (psicanalista)

Claudia Cristina de Mello Rollim (professora universitária)

Claudio Calmo (ativista pela democratização das comunicações)

Claudio Vereza (ex-deputado estadual/ES e membro do Fórum Memória Verdade e Justiça/ES)

Claudiomiro Ambrosio (militante do PT)

Cleusa Slaviero Lüersen (jornalista e empresária)

Clóvis Francisco do Nascimento Filho (Fisenge)

Conceição Lemes (Jornalista)

Conceição Oliveira (blogueira)

Cristiane Galdino de Almeida

Dalyana Brito (educadora)

Daniel Araújo Valença (professor do curso de direito da UFERSA e militante do PT/RN)

Daniel Pires (militante do PT)

Danielle Ferreira (JPT)

Dau Bastos (escritor e professor da UFRJ)

David Soares de Souza (secretário de formação política do PT de João Pessoa)

Denize Oliveira (militante do PT)

Dermeval Saviani (Professor Emérito da UNICAMP e Pesquisador Emérito do CNPq)

Diego Belzareno Severo (Coletivo Leningrado)

Dilcéa Dias (Diretório PT Vila Velha)

Dora Lilian Nunez (RJ)

Dulcéa Martins (assistente social aposentada)

Edir Cardoso (brasileira, residente na Alemanha)

Edma Walker (militante do PT)

Eduardo “Nino”da Silva Souza (ativista digital)

Eduardo Espinha Baeta (bancário)

Eduardo Fernandes de Araújo (Professor DCJ/UFPB)

Eduardo Nunes Loureiro (militante do PT – GO)

Eduardo Sugizaki (estudante e professor)

Elba Gilda Ravaglio (funcionária pública federal aposentada)

Eliane Bandeira (Executiva Estadual da CUT/RN)

Elias Pereira dos Santos Filho (militante do PT /São Luís- MA)

Elinalva Barros – Suy (ACEAI Ilhéus – BA)

Elisa Freitas Machado (bailarina e coreografa)

Elisabete da Silveira Ribeiro (professora)

Elisabeth Alonso Carvalheira (Professora e Militante do PT)

Elizabeth Nader Simões (professora)

Eloi da Rosa Paula (Palmeira das Missões)

Elson Almeida Stecher (militante socialista)

Elza Paula Mesquita Rossi (militante do PT)

Emilia Maria Mendonça de Morais (Professora aposentada da UFPB)

Emilia Maria Mendonça de Morais (Professora aposentada da UFPB)

Emília Simone Machado (ceramista)

Erni Fábio Victor (advogado previdenciarista)

Evaristo Rogerio Pereira da Conceição (petroleiro)

Fabiano Monaco Cardoso (educador e empresário)

Fabio Konder Comparato (professor)

Fábio Soares (funcionário público)

Fátima A. Barbosa (jornalista)

Fernando Castilho (Arquiteto, professor e blogueiro)

Fernando Costa (militante do PT- RS)

Fernando Couto

Fernando José Mendonça de Araújo (Diretor de Escola)

Fernando Severino da Silva (ANEPS-PE, Conselheiro de Saúde)

Fernando Vugman (tradutor)

Flávio Jorge (Conen)

Fr. Luiz Carlos Susin (Secretário Geral do Fórum Mundial de Teologia e Libertação)

Francisco Valdério (militante do PT)

Frank Schocair

Geovanni Medeiros (militante do PT)

Geraldo B. Jr. (Docente e Blogueiro/Navegante )

Gildo Oliveira Silva

Gilson de Góz Gonzaga (dirigente do Sindborracha PE)

Gina Couto (militante MST e Consulta Popular SC)

Gino Genaro (militante do PT-SP)

Giovane Zuanazzi (diretor de movimentos sociais da UBES)

Giovanni Magni (advogado)

Giucélia Figueiredo (vice-presidente estadual PT/PB)

Glauco de Almeida Gonçalves (advogado)

Glauria Dantas (São Luís/MA)

Graça Maria Lago (jornalista)

Guglielmo Damioli (assessore de sustentabilidade sócio- ambiental da ABAA, Nordeste Paraense)

Guilherme Carpintero (vice-presidente do Sindicato dos Arquitetos do SP)

Guillermo Cardona Grisales (Assessor Pastorais Sociais Santarém)

Gustavo Luís Queiroz Rocha (empresário)

Gustavo Parra de Andrade (economista)

Hamilton Rocha (Coletivo de Luta pela Água de São Paulo)

Helena Christina de Almeida Andrade (servidora pública, Aracaju/SE)

Hélio Costa de Campos Mello (militante PMDB/MG)

Hélio Mello de Oliveira (simpatizante PSOL)

Helio Reis

Hélio Santana Mairata Gomes (prof. de Economia da UFPA)

Heloísa Fernandes (socióloga, professora da USP e da Escola Nacional Florestan Fernandes)

Heloisa Mendonça de Morais (Professora universitária, UFPE)

Henrique Bueno (grupo O Pombo)

Ibero Hipólito (secretário geral do PT/RN)

Igor Silva de Bearzi (militante do PT Rio Grande do Sul)

Inês Leodete Fortes Pereira (Presidente Associação Brasileira de Rádios Comunitárias de Santa Catarina – ABRAÇO SC)

Iole Ilíada (vice-presidente da Fundação Perseu Abramo)

Iriny Lopes (ex-deputada federal ex-ministra chefe da SPM e militante DH)

Ismael Cesar (diretor da CUT Brasília)

Ivan de Mattos Scromov (Militante PT Avaré)

Ivana Laís (Secretaria Estadual da JPT-SC)

Jacqueline Barros de Carvalho, cidadã brasileira.

Jandyra Uehara (executiva nacional da CUT)

Jane de Fatima Chieppe Silva (bancária)

Janeth Anne de Almeida (MMTU/SC)

Janine de Azevedo Machado (dentista)

Jeferson Paz (artista plástico/Arte Educador)

Jefferson Lima (Secretário Nacional de Juventude do PT)

Jessé Barros (sociólogo)

João Antônio de Moraes (Federação Única dos Petroleiros, CUT)

João H. Priesnitz (Itapema – SC)

João Ismael Spósito

João José Barbosa Sana (militante do PT – Vila Velha – ES)

João Paulo Tonello (Metodista)

João Pedro Stédile (militante do MST e Via Campesina)

Joel Almeida (direção do SINTESE)

Joelma Rodrigues (Movimento Cultural – DF)

Jorge Lopes de Moraes (aposentado)

José Alberto Johann (petista)

José Artur (militante da UJS e do PCdoB)

José Francisco de Melo Neto (professor titular da UFPB)

Jose Fritsch (militante PT-SC)

José Holanda Padilha Júnior (servidor público e cartunista amador)

José Luiz R. dos Santos (poeta e professor e militante do PT)

José Maria Rangel (Coordenador da FUP)

José Pedro Hardman Vianna (advogado)

José Ribamar Pereira da Silva (Diretório Municipal do PT de Campina Grande-PB)

José Roberto Trindade Reis (médico)

José Rodrigues (Presidente do Sindicato dos Comerciários de Mossoró e Tesoureiro da Federação dos Comerciários do RN)

José Ruy Rodrigues Correa (trabalhador da construção civil)

Juleide Tonin (Assentada MST)

Julia Feitoza (Comitê Chico Mendes/militante PT-AC)

Julian Rodrigues (militante de DH e do PT)

Juliana Rocha (dirigente do PT-SP e do DM SBC)

Júlio Bianconi (historiador e ativista cultural)

Julio Cesar de Freixo Lobo (jornalista)

Júlio César Pagotto (professor de filosofia, militante de Direitos Humanos)

Julio Cezar Soares (executiva do PT Zonal Boa Vista)

Julio Quadros (jornalista e militante social)

Justina Chacon

Kaliane Silva (CONTRACS)

Karen Lose (militante do PT)

Kelsen Bravos (Professor, escritor, editor e consultor)

Kenarik Boujikian (cofundadora da Associação Juízes para a Democracia)

Kenedy Portella (FEAB)

Laisa Stroher (Federação Nacional dos Arquitetos, FNA)

Laryssa Sampaio (Levante Popular da Juventude)

Laura Tavares (professora)

Leneide Duarte-Pion (jornalista e escritora)

Lenimar Gonçalves Rios (arquiteta e urbanista)

Licia Soares de Souza

Lício Lobo (dirigente PT Diadema, SP)

Lola Laborda (Cineasta)

Losene Cardoso (bancária)

Lucia Antonia Bonk Alexandre (filósofa e teóloga)

Luciano Pamato Santanna (engenheiro)

Luis Henrique (Coletivo Quilombo/Secretário Combate ao Racismo da UBES)

Luiz Alberto Gomez de Souza (professor universitário)

Luiz Antonio Zimermann (economista)

Luiz Carlos (militante PT-MG)

Luiz Carlos Azenha (jornalista)

Luiz Carlos Martins (Vice-prefeito de Mossoró/RN)

Luiz Felipe Augusto e Souza Faria (professor aposentado da SEE-RJ)

Luiz Fernando (Movimento Quilombo – DF)

Luiz Venegas Cabeça (poeta)

Lygia Falcão (militante do PT Recife)

Mairo Piovesan (Presidente municipal do PT de Jaboticaba, RS)

Manfredo Araújo de Oliveira Professor da Universidade Federal do Ceará

Manoel Gomes de Oliveira (metalúrgico)

Manoel Magalhães (economista)

Marcelo dos Anjos Mascarenha (Procurador do Município de Teresina-PI e militante do PT)

Marcelo Henrique Ongaro Pinheiro (professor da Universidade Federal de Uberlândia)

Marcelo Santa Cruz (vereador PT Olinda)

Marcia Westphalen (Advogada)

Marcio Matos (MST-BA)

Márcio Santos Silva (jornalista, militante do Diretório Municipal do Recife)

Marco Antonio Xavier de Oliveira (RJ)

Marco Mota

Marcondes Pacheco (Rede de.educação popular de Pernambuco)

Marcos Costa Lima (professor associado da Universidade Federal de Pernambuco)

Marcos José Fernandes Alexandre (historiador)

Marcos Rezende (CEN)

Marcos Sá Earp Muniz (engenheiro)

Marcus Costa (estudante)

Maria Alexsandra Ponce da Silva (estudante de direito)

Maria Aparecida Dellinghausen Motta (Coordenadora da Coleção “Ciranda de Letras” da Editora Autores Associados, de Campinas)

Maria Aparecida Trazzi Vernucci da Silva (assistente social, servidora pública municipal)

Maria Bernadete de Cerqueira Antunes

Maria Cecília Bastos Vieira de Souza (Professora Universidade Federal Fluminense)

Maria das Graças de Vasconcelos Camelo (Engenheira Eletricista)

Maria do Rozário Pompéia Vieira Sonoda (prof. de História do Estado de Pernambuco)

Maria do Socorro Veloso de Albuquerque

Maria Dóris Simões Fleury (jornalista)

Maria Isabel Pedrosa (Professora Universitária – UFPE)

Maria Júlia Gomes Andrade (Militante do MAM e da Via Campesina).

Maria Lecticia Ligneul Cotrim (aposentada)

Maria Luiza Franco Busse (jornalista)

Maria Luiza Franco Busse (ornalista, Rio de Janeiro)

Maria Mota Pires (funcionária pública aposentada)

Maria Rosário de Carvalho (antropóloga)

Maria Tereza Goudard Tavares (professora Associada da UERJ)

Maria Tereza Secco (aposentada)

Mariângela Portela da Silva (arquiteta e urbanista)

Mariano Castro Neto (Prof. UFPB)

Mário Augusto Jakobskind (jornalista)

Maristela Monteiro Pereira (militante de direitos humanos e petista)

Mariza de Moraes Graciotti

Marli Laranjeira Barbosa de Castilho

Marta Abdelnur Ruggiero (Professora aposentada da rede pública de São Paulo)

Martha Minervina de Melo e Silva (advogada)

Mary Garcia Castro (coordenação da União Brasileira de Mulheres)

Matheus Firmino (militante do PT)

Mauro Rubem (Presidente CUT-GO)

Max Hertz, (administrador)

Mayra Barbosa Pereira (geógrafa e educadora)

Messias Franca de Macedo (Feira de Santana, Bahia)

Miguel do Rosário (Blogueiro – O Cafezinho)

Mirian Cintra (escritora)

Moisés dos Santos Viana (Jornalista/Docente UNEB)

Múcio Magalhães (executiva PT Pernambuco)

Murilo Brito (militante PT-BA)

Nadir Cardozo dos Santos (advogado, PT-SC)

NaMariaNews (pesquisadora)

Natália Sena (advogada popular e militante do PT/RN)

Nayara Lúcia Soares de Oliveira (trabalhadora do SUS, MOPS Campinas)

Nelson Marisco (prof. da Universidade Federal de Alagoas)

Neusa de Faria Santos (São José dos Campos)

Nilmario Miranda (Secretário de Governo de Direitos Humanos e Promoção da Cidadania em Minas Gerais)

Noilton Nunes (cineasta)

Nuno Coelho (Conselheiro Nacional – CNPIR/SEPPIR e Agentes de Pastoral Negros do Brasil /APNs)

Odette Carvalho de Lima Seabra ( Professora Aposentada)

Olga Telles (Modecon, TV Comunitária RJ)

Olímpio Alves dos Santos (Senge-RJ)

Olinda Dias (farmacêutica)

Orlando Guilhon (FNDC)

Patrícia Pyckos Freitas (Coletivo Nacional de Economia Solidária PT)

Paulinho Saturnino Figueiredo

Paulo Maurício Almeida da Silva (Técnico Bancário na Caixa Econômica Federal)

Pedro César Batista (Conselheiro de Cultura do Distrito Federal)

Pedro Feitoza (militante do PT)

Pedro Ivo Bastos (professor e educador)

Penha Pacca (urbanista)

Pere Petit (vice-coordenador Programa de Pós-graduação História da Amazônia, UFPA)

Priscila Tamar (Levante Popular da Juventude)

Profª. Drª. Susana Maria Veleda da Silva (Núcleo de Análises Urbanas, Universidade Federal do Rio Grande)

Rachel Moreno (Observatório da Mulher)

Rafael Pedral (ABGLT)

Rafael Pops Barbosa de Moraes (ex-vice-presidente da UNE 2003/2005 e ex-secretário nacional de Juventude do PT 2005/2008)

Rafael Tomyama (Diretório Estadual PT-CE)

Raimundo Bertuleza – Poty (secretário sindical do PT de Caxias do Sul/RS)

Raimundo Bonfim (coordenador geral da Central de Movimentos Populares-SP)

Raquel Esteves (militante do PT)

Regina Célia Machado (aposentada)

Renata Gouveia Delduque

Renato Carvalho (Via do Trabalho)

Reverendo Luiz Carlos Gabas (Igreja Episcopal Anglicana do Brasil)

Ricardo Gebrim (Consulta Popular)

Ricardo Menezes (membro do Coletivo do Setorial Nacional de Saúde do PT)

Rita Luiza de Araulo Candeu (petista)

Rivaldo Moraes (servidor público e bacharel em Direito)

Roberto Amaral

Rodrigo César (militante do PT)

Rodrigo Pires (jornalista)

Rodrigo Vianna (jornalista)

Roger Hodgson Knupp Rocha

Rogério Carvalho (presidente do PT/SE)

Rogério da Silva (militante do PT)

Rômulo Arnaud (Coordenador Geral do Sindicato do Professores da Educação Pública do RN)

Ronaldo Fialho Martins (Contador)

Roseli Gonçalves do Nascimento (Professora universitária)

Rosenato Barreto de Lima (Jornalista)

Rosi Soares (assessor de sustentabilidade sócio-ambiental da ABAA, Nordeste Paraense)

Rosiver Pavan (professora, assessora da CUT Nacional)

Rubem Antunes Brasil (Secretário da Fazenda de Dilermando de Aguiar – RS)

Rubens Marques (presidente da CUT/SE)

Sandra Alves (Movimento Camponês Popular)

Sandra Duarte Penna (psiquiatra)

Sebastião Soares (engenheiro, militante de esquerda em organizações da sociedeade civil)

Sebastião Verly (aposentado)

Selmo J. Queiroz Norte (antropólogo)

Sérgio Souza Júnior (dirigente do PT-MS)

Shakespeare Martins (Direção Nacional da CUT)

Sheila Oliveira (diretório nacional do PT)

Sidnei Alves da Silveira

Silvio Rocha Monteiro (jornalista)

Socorro Diógenes (advogada popular)

Socorro Freitas ( Diretório do PT/Mossoró e Dirigente da FETAM/RN)

Solange Justo (secretária de Organização do PT de Parnaíba, PI)

Suelen Aires Gonçalves, Socióloga (dirigente nacional do Movimento Nacional de Luta pela Moradia)

Suzana Albornoz, professora aposentada e escritora. Fábio de Oliveira Neves Militante Petista-SP

Suzana Christina de Souza Leão (militante do PT/ RS)

Tadeu Brito (militante do PT/SE)

Tahia Sarapo (dentista)

Taíres Santos (Coletivo Quilombo/UNE)

Tânia Mara Franco (professora)

Tania Slongo (Secretaria Estadual de Mulheres)

Tannay Vaz (Presidente da Federação das Associações de Moradores do Estado de SC)

Tarso Genro (militante do PT)

Teresinha Dias (Professora de Artes, São Bernardo do Campo, SP)

Thiago Pará (Secretário Geral da UNE)

Tiago de Souza Silva (linguista e músico)

Tiago Soares (EPS/PT)

Ubirajara Mattos (Militante PT)

Uirá Hans Emmermacher Teixeira (militante petista)

Unai Tupinambas (prof. Departamento clínica médica UFMG)

Vagner Freitas de Moraes (Presidente Nacional da CUT)

Valdomiro Morais (Presidente do Sindicato dos Professores da UERN – Universidade do Estado do Rio Grande do Norte)

Valmir Alves (dirigente do PT/RN)

Valter Pomar (militante do PT)

Vander José das Neves (Cientista e Professor Universitário).

Venicio Guareschi (professor estadual do RS)

Verones Carvalho (Executiva PT-Pernambuco)

Vicente Geraldo Amâncio Diniz Oliveira (professor filosofia – PUC Minas)

Vinícius Tavares (Médico)

Vladimir Sacchetta (jornalista/pesquisador SP)

Waldemar José Sá de Azevedo (Makaúba de Mogi das Cruzes/Alto Tietê/São Paulo)

Waldemir Arnaldo Silva Direito (militante petista)

Wall Vilória Fereira (assistente social)

Walter S Monteiro (Coordenador Geral Estadual da Central de Movimentos Populares de Goiás)

Wanda Conti (militante do PT Campinas/SP)

Wanderley Kuruzu Rossi Jr. (Militante do PT)

Wilma dos Reis (educadora popular pela RECID, militante do PT e da MMM-DF)

Wladimir Quirino (historiador e militante do PT)

Yanaiá Rolemberg (executiva municipal PT Aracaju/SE)

Yara Codo (jornalista e empresária/SP)

Zilda de Araújo Rodrigues (PT/ Goiás)