Delegado é denunciado por abuso de autoridade após prisão de inocente


Via @expresso_am | O jovem Lucas Senna Souza Ribeiro, erroneamente detido na Operação Vorax conduzida pela Polícia Civil, experimentou um reencontro emocionante com sua família após o juiz Rafael Rodrigo da Silva Raposo, responsável pela Vara de Inquéritos Policiais, revogar sua prisão. O retorno ao lar ocorreu na manhã da sexta-feira (9), após oito dias de detenção.

No momento da prisão, os parentes de Lucas denunciaram um episódio de abuso de autoridade cometido pelo delegado do 1º Distrito Integrado de Polícia (DIP), Cícero Túlio, que confundiu Lucas Senna com um alvo da operação de nome idêntico. Ignorando os apelos da família, o delegado deteve injustamente o jovem.

Na manhã de hoje, a mãe de Lucas, emocionada, reencontrou o filho, tendo esperado oito longos dias pelo retorno dele após a prisão injusta.

Conforme relato da mãe de Lucas, a foto do verdadeiro suspeito nos documentos da operação não corresponde ao jovem erroneamente detido, e as redes sociais não coincidem.

O nome no inquérito é Lucas Senna de Souza Ribeiro, conhecido como “Senna”, diferindo do nome completo do jovem preso equivocadamente, que é Lucas Senna Souza Ribeiro. Apesar das semelhanças nos nomes, as fotos evidenciam uma clara distinção entre ambos.

Os familiares ainda alegam que tentaram se comunicar com o delegado Cícero Túlio, titular do 1° Distrito Integrado de Polícia (DIP), mas ele não os ouviu, segundo os familiares.

A esquerda o jovem preso injustamente e a direita o verdadeiro alvo da prisão

O delegado Cícero Túlio já foi alvo de reclamação de presos. Quando estava no 13º DIP (Distrito Integrado de Polícia) ele foi suspeito  de praticar violência policial contra a influenciadora digital Isabelly Aurora, presa na Operação Dracma, em Manaus.

Segundo Isabelly, que estava presa no 6º DIP, relatou que horas antes da audiência de custódia, o delegado foi até a cela onde ela estava e ameaçou de “acabar” com a imagem e com a vida dela. Segundo a influenciadora, sem motivo algum, Cícero gritou e a xingou diversas vezes. A corregedoria da Polícia Civil abriu um inquérito para investigar a conduta dele.

Por Expressoam
Fonte: @expresso_am Via Direito News

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