Enquanto a população se fragmenta nas redes sociais em debates intensos entre esquerda e direita, o Congresso Nacional — formado por direita, centro e esquerda — continua avançando em decisões que pouco refletem as necessidades reais da maioria dos brasileiros.
Nos bastidores, o tom é outro. As divergências ideológicas ficam de lado e dão espaço a acordos, votações alinhadas e à defesa de interesses compartilhados. Entre as medidas recentes aprovadas:
Nos bastidores, o tom é outro. As divergências ideológicas ficam de lado e dão espaço a acordos, votações alinhadas e à defesa de interesses compartilhados. Entre as medidas recentes aprovadas:
• Redução de verbas para universidades federais
• Aumento bilionário do Fundo Eleitoral
• Reajuste mínimo do salário mínimo, muito aquém do custo real de vida
• Aprovação de mecanismos que protegem parlamentares de processos judiciais
• Tira dinheiro de outras áreas para os partidos
• Expansão do número de deputados federais
• Cortes em programas sociais
Enquanto isso, o cidadão comum segue lidando com inflação alta, renda defasada, serviços públicos cada vez mais frágeis e menor acesso a políticas sociais básicas.
A questão que fica não é se o Congresso pensou em você. Talvez tenha pensado — mas de um jeito bem diferente do que a população imagina.
Quando o tema é privilégio, não há esquerda nem direita. Há interesse.
A questão que fica não é se o Congresso pensou em você. Talvez tenha pensado — mas de um jeito bem diferente do que a população imagina.
Quando o tema é privilégio, não há esquerda nem direita. Há interesse.
Não esqueça antes de votar:
"O politiqueiro transformou a magia das políticas públicas, na arte de enganar as pessoas".

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